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Quem Lê Minsk não Lê Curaçao

Não sou um poeta fingido; Sou apenas um ajuntador de palavras, um colecionador de vocábulos, um catador de fonemas, um achador de sentidos; E dou-lhes insensatos sentidos outros. E cato e acho e coleciono e ajunto a dor (que deveras … Continuar a ler

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Samba pro Pina

Samba pro Pina (Letra de Raul Maxwell e Música de Renato Mirailh) nasceu como “pra quem opina no samba dos outros”, uma brincadeira trocadilhesca cacofônica em que qualquer semelhança com fatos reais terá sido coincidência (ou não). Vá saber… Enfim … Continuar a ler

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Versos de Cantar Triste

Ouça Versos de Cantar Triste   Foi por uma frase de meu cunhado, Cleto Urrutia, que nasceu esse poema. Eu sempre gostei de músicas tristes (baladas, canções, toadas) e com temas até mesmo depressivos, por vezes (“Oh, pedaço de mim… … Continuar a ler

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A Carta de Matilda ou o que sei do amor

Hoje recebi uma carta de Matilda. Nada mais atemporal do que uma carta em tempos de “whatsapps”, “skypes” e similares, os genéricos modos de comunicar-se eletronicamente. Não sei se ela me escreveu naqueles dias… Dias aqueles em que o “whatsapp” … Continuar a ler

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O Varal

Qual um poema cru As roupas ao vento Sugeriam o corpo nu E o varal estendido Tolhia a liberdade No movimento contido

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Cultivar Poemas ou a vinheta embaçada

Eu curto poemas curtos. Os poemas curtos têm a vantagem de, caso eu não os entenda, não me cansarem; Caso eu os entenda, são mais fáceis de serem decorados e declamados; Caso eu quase os entenda, podem ser lidos várias … Continuar a ler

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O fim do mundo, o nada e a canção que eu não fiz para Matilda

O fim do mundo deve ser o nada mais o silêncio mais a ausência. E nenhuma canção. Quando Matilda foi embora o nada era tão intenso que eu o poderia tocar e o silêncio se fez tão profundo que se … Continuar a ler

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